Oficio enviado pelo CAU/SP

Prezados associados, segue oficio enviado pelo CAU/SP (Conselho de Arquitetura e Urbanismo de São Paulo) ao CONARH 2017, atendendo à solicitação da Abrace.

Acreditamos que, finalmente, os órgãos públicos parecem estar tomando consciência das questões que afligem nosso setor.

Um abrace.

 

 

Reunião de diretoria

Realizada no dia 09, a primeira reunião com a nova diretoria da Abrace, onde foram discutidos vários assuntos relevantes para o mercado, dentre eles parcerias com alimentação, compras coletivas e a busca pela criação de normas para regulamentação do setor.

Novas sugestões de mudanças para as ações foram feitas entre os presentes para que a Abrace seja ainda mais atuante, gerando mais benefícios e conquistas para os associados.

Ações de proteção ao mercado

Prezados Montadores, 

No último dia 12, a Abrace reuniu-se com o CAU/SP, para debater alguns temas e propor ações efetivas de proteção ao mercado de montagem de estandes.

A Diretoria da Abrace solicitou ao CAU/SP que fosse realizada uma maior atuação junto às promotoras de Feiras e Eventos, visando a melhoria na gestão e adequação às necessidades das montadoras quanto aos prazos de montagem e desmontagem, visto que as recentes reduções desses prazos põe em maior risco a segurança dos trabalhadores nas execuções dos serviços;

Mencionado que no CONARH 2017 houve redução significativa nos prazos de montagem e desmontagem e decidiu-se que a Abrace irá enviar notificação à CONARH 2017 sobre os prazos exíguos.

Falou-se sobre a possibilidade da Abrace atuar de forma mais ativa junto ao CAU/SP efetuando ações conjuntas de fiscalização.

Sugerida a possibilidade de realização de reunião entre CAU/SP, SINDIPROM, Abrace e promotoras para adequar futuras ações.

Questionado ao CAU sobre a criação de RRT diferenciada para o registro de feiras e eventos, e fomos informados de que já existe estudo em andamento para futuras mudanças conhecido como “RRT mínima”. A Abrace irá entregar carta ao CAU/BR solicitando maior brevidade na análise do pedido para a criação da RRT mínima para o setor de feiras e eventos.

Outro ponto importante abordado em reunião e conversado com o CAU/SP foi sobre a notícia que recebemos de algumas promotoras estão realizando reuniões diretamente com seus expositores, oferecendo projetos básicos ou personalizados oferecidos por empresas montadoras “exclusivas”, sem a possibilidade de participação de outras montadoras. A Abrace irá verificar quais as providências necessárias para vedar esse tipo de ocorrência. Será feita consulta sobre “venda casada” entre promotoras e montadoras.

Foi entregue aos presentes manual de Procedimento Operacional Padrão (POP) com o procedimento para registro das empresas junto ao CAU/SP.

Agradecimentos

Agradecemos ao Expo CenterNorte, São Paulo Expo, Expo Transamérica, Alphaplug e Engeve o pronto atendimento às solicitações da ABRACE sobre questões de tensão elétrica nos pavilhões, material de leitura/técnica.

Proteja sua criação contra o plágio: conte com o CAU

O profissional pode (e deve) recorrer ao CAU para proteger seus direitos contra o plágio de um projeto, obra e quaisquer outros trabalhos técnicos de Arquitetura e Urbanismo.

http://www.causp.gov.br/projeta-sua-criacao-contra-o-plagio-conte-com-o-cau/

Ao seu lado, há uma resolução inteira do CAU/BR (a nº 67, editada em dezembro de 2013) dedicada à proteção dos direitos autorais de arquitetos e urbanistas, amplamente sustentada pela legislação anterior na área.

Como identificar um legítimo caso de plágio? A Resolução indica que deve haver a reprodução pelo menos dois atributos da obra original, entre eles:

  1.       O partido topológico e estrutural;
  2.       A distribuição funcional;
  3.       A forma volumétrica ou espacial, interna ou externa.

Preenchidos esses requisitos, o plágio fica configurado “mesmo quando os materiais, detalhes, texturas e cores forem diversos no original”.

O que fazer? O CAU pode ajudar.

A Fiscalização do CAU também é acionada mediante denúncias por escrito de pessoa física ou jurídica.

A denúncia por escrito deve conter descrição detalhada do fato denunciado e apresentação de provas circunstanciais ou de indícios que configurem a suposta infração à legislação profissional, no caso, a cópia indevida.

Um agente de fiscalização será designado para averiguar a procedência da denúncia. Autuada, a pessoa física ou jurídica terá o devido prazo para recorrer à Comissão de Exercício Profissional ou, em última instância, ao Plenário do CAU.

É facultativo (e importante) fazer o registro da obra no CAU – RDA

Arquitetos e urbanistas, brasileiros ou estrangeiros, podem registrar no Conselho uma obra outro trabalho técnico enquadrado nas atividades de Arquitetura e Urbanismo.

Desde que tenha registro ativo no CAU, basta ao profissional encaminhar um requerimento específico, conforme modelo disponível no SICCAU, com uma cópia digital e uma descrição do projeto ou obra.

Esse requerimento se torna um processo administrativo que será submetido à avaliação da Comissão de Exercício Profissional. A título de expediente, há cobrança de valor equivalente a duas taxas de RRT (Registro de Responsabilidade Técnica).

Conheça seus direitos

  • A paternidade de uma obra intelectual é um direito irrevogável e eterno (direito autoral moral);
  • Já o direito de utilizar, usufruir e dispor de uma obra intelectual (o direito autoral patrimonial) tem prazo de validade: 70 anos, a contar do dia 1º de janeiro do ano seguinte ao da morte do autor; também é um direito transferível, ao contrário do direito moral;
  • Profissionais que participaram de uma obra intelectual são considerados coautores; sua parcela de responsabilidade no produto final deve ser devidamente identificada;
  • Alterações em um trabalho de autoria, tanto em obra ou projeto de um arquiteto e urbanista, somente podem ocorrer mediante comprovação do consentimento por escrito do autor original ou, se existirem, de todos os coautores originais;
  • O registro de autoria – RDA – deverá ser solicitado pelo arquiteto e urbanista por meio de requerimento específico disponível no ambiente profissional do Sistema de Informação e Comunicação do Conselho de Arquitetura e Urbanismo (SICCAU)

Saiba mais: Resolução 67/2013

 

Circulação de veículos em zonas de restrição

Prezados Associados e Empresas Parceiras,

Comunicamos que após negociações junto a CET/DSV, foi concedido à ABRACE a inclusão, de novos veículos, para circular nas zonas de restrição, da cidade de São Paulo, conforme lista que nossos associados nos enviaram.

Visita do representante da IAEE

Hoje, na sede da ABRACE, tivemos a visita do Sr. Brito, representante da IAEE (International Association of Exhibitions and Events), para um breve bate-papo sobre as ações da Associação no mercado e sobre o Programa CEM (Certified Exhibition Management) que em parceria está dando ao Associado ABRACE 10% de desconto nos módulos para obtenção da Certificação Internacional para profissionais da indústria de feiras e eventos.

EuroShop 2017

A EuroShop é um termômetro das tendências para quem trabalha com o varejo. Na feira, é possível confirmar quais tendências se tornarão reais nos próximos anos, e entender que outras apenas figuram como possibilidades num futuro mais distante. Nem tudo que se fala sobre o futuro do varejo se tornará realidade, e a feira serve como um gigantesco indicador da real disponibilidade de tudo que sonhamos. Como a feira acontece a cada três anos, o evento nos dá um horizonte claro das novidades até 2020, e descobrimos que algumas delas já estão começando a mudar o varejo. Confira as cinco principais novidades da maior feira mundial do varejo.

  1. Tech Heart – a tecnologia está cada vez mais presente e implícita nos equipamentos das lojas. O que eram tecnologias experimentais e ações possíveis de integração entre o físico e o digital, começam a se tornar mais comuns. Por exemplo, displays que reconhecem automaticamente o produto exposto e ajustam sua própria comunicação deixou de ser exclusividade de poucos fornecedores para se tornar algo “esperado” em várias soluções. Da mesma forma, contadores eletrônicos de tráfego na loja ajustam sozinhos a sonorização, iluminação, temperatura do ar condicionado entre diversas outras funções de acordo com o fluxo de clientes. Algo que antes, para ser conseguido seria necessário reunir vários fornecedores diferentes, hoje apenas um é capaz de fornecer. A EuroShop demonstra que vários equipamentos de loja já fazem mais do que sua função básica através da tecnologia, principalmente interagir com outras interfaces da loja ou diretamente com o cliente.
  1. Eco-Consciência – o uso compatível com a necessidade e a coerência de recursos para construção das lojas parece ser a moda na EuroShop 2017. Materiais rústicos com menos acabamento (cimento e ferro), revestimentos naturais (madeira e fibra) e o uso dos materiais reciclados (plástico, tecido e papel) parecem dominar os novos revestimentos de loja e são a preferência dos designers, inclusive nos estandes da própria feira. Madeiras rusticas de plantio certificado com veios e nós marcantes nunca estiveram tão em alta. O desperdício ou uso em excesso de materiais, principalmente o uso dos revestimentos sintéticos, são evitados até mesmo pelas marcas de alto luxo.
  1. Loja Conectada – vários expositores demonstram diversos equipamentos para integrar melhor a loja física com o digital. As soluções vão desde equipamentos simples como, por exemplo, armários para o serviço de “Click & Collect” na qual o cliente pede online e pega o produto na loja, até complexos softwares que integram informações do cliente com ofertas imediatas de produtos durante a jornada de compra na loja. Fica claro que os clientes estão demandando cada vez mais que todos os canais sejam interconectados, independentemente de como os processos são organizados pelos varejistas. A variedade de produtos e tipos de soluções para integrar o físico e o digital são tão amplos, que a sensação ao visitar os estandes da EuroShop é que o online e offline estão se tornando definitivamente interligados.
  1. Mais, Muito Mais, Vídeo – a comunicação estática das fotos impressas perde atenção para o movimento dos vídeos. A tecnologia de LED para uso comercial evoluiu expressivamente nos últimos anos e se separa de uma vez por todas dos aparelhos de TV domésticos. Equipamentos comerciais têm durabilidade, resistência e dimensões maiores que as TVs domésticas, mais resolução, acabamento e custo inferior. Os fabricantes perceberam que os equipamentos em ambientes públicos não precisam da mesma definição de imagem e acabamento que os domésticos, mas precisam ser mais duráveis e muito maiores. O potencial de uso de vídeo atraiu investimentos expressivos da indústria e novos equipamentos chegaram ao mercado com custo menor e trazendo a possibilidade de transformar pequenos espaços de loja em grandes telões ou pequenas faixas em imagens de vídeo.
  1. Foco na Experiência – a integração físico e digital começa a alterar as funcionalidades e o formato das lojas. Há uma percepção entre vários expositores da feira que, no futuro, as lojas serão menores porque sua função será reduzida em relação a atual. Mais do que pontos de venda, as lojas estão se tornando locais de conexão e experiência com as marcas. Por exemplo, as lojas precisarão de área de vendas menores porque reduzirão a quantidade de produtos expostos e essa é uma das vantagens da integração online. Por consequência, a função da loja não é mais estocar produtos, mas ampliar a experiência com os clientes, então os seus equipamentos, mobiliários, comunicação, percepção sensorial e todos os atributos precisam interagir mais e melhor na experiência de compra. A feira demonstrou que os expositores de produtos, equipamentos olfativos, manequins, displays digitais, sonorização e diversas outras peças da loja estão se tornando muito mais sofisticadas e complexas do que os padrões tradicionais.

A EuroShop evoluiu de uma feira convencional para uma autêntica plataforma de inovação no varejo, mais do que produtos e fornecedores o evento traz a temperatura das tendências. E os números da feira impressionam qualquer profissional do setor: são mais de 2,3 mil expositores de 60 países, 130 mil metros quadrados de exposição distribuídos em 17 pavilhões realmente grandes e mais de 120 mil visitantes em apenas 5 dias de evento. É a maior feira mundial do varejo que acaba de completar 50 anos de existência e acontece na cidade de Düsseldorf na Alemanha. Os assuntos são os mais diversos, e todos gravitam ao redor de soluções para o varejo, tanto físico como online. Esse ano a feira estava organizada com 4 pavilhões enormes de tecnologia, 2 de iluminação, 5 sobre montagem de loja e seus equipamentos, 3 de alimentação, 3 com displays, comunicação no ponto de venda e visual merchandising. Apenas andar para conhecer a feira consome no mínimo 2 dias de qualquer visitante. Nesse ano o evento aconteceu entre 5 e 9 de março, e a próxima EuroShop está agendada para 16 a 20 de fevereiro de 2020.

Até lá, vamos vivenciar o que foi demonstrado em 2017.